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Apesar de sermos o estado mais rico economicamente, um Índice dicotômico mostra que estamos na 12ª posição das cidades com famílias mais endividadas. O que estamos fazendo de errado?

E não é somente agora que sentimos os efeitos, o percentual de famílias endividadas estava em 62,7% lá em agosto de 2015, registrando aumento após dois meses co
nsecutivos de queda, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi o maior registro de endividamento em 2015.

O percentual de famílias com dívidas ou contas em atraso também aumentou, tanto na comparação mensal, de 21,5% para 22,4%, quanto na anual, que teve registro de 19,2%, em 2014.
A proporção de famílias que relataram não ter condições de pagar suas dívidas em atraso registrou o maior patamar desde junho de 2011, alcançando, em agosto, 8,4%, ante 8,1% em julho de 2015 e 6,5% em agosto de 2014.
Para a CNC, as condições menos favoráveis de contratação de novos empréstimos e de renegociação de dívidas, somadas à redução nos rendimentos dos trabalhadores, têm levado ao aumento do peso das dívidas no orçamento familiar, bem como à piora na percepção das famílias em relação ao seu endividamento.
Agora em 2016 tivemos um novo aumento para 61,6%, uma diferença de 4,1% em comparação a janeiro de 2015. O percentual de famílias que não terão condições de pagar suas contas também subiu: 9%, ante os 8,7% de dezembro e os 6,4% de janeiro de 2015.
A maior parte das dívidas das famílias brasileiras (78,6%) é com cartões de crédito, em seguida, aparecem dívidas com carnês (16,8%), financiamento de carro (12,5%), crédito pessoal (9,8%) e financiamento de casa (8,1%).

Para 76,7% das famílias com contas a pagar, o cartão de crédito é a principal forma de endividamento, seguido por carnês (17,5%) e financiamento de carro (10,9%).

fontes: revista Exame, CNC, Agencia EBC, IBGE

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